As células do organismo humano com maior esperança de vida são as células cerebrais.
in http://www.amazingfacts.co.in
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Tensão superficial, o truque do barco a motor
Este é um truque muito simples que pode servir não só para demonstrar o que é a tensão superficial da água como também para deixar os irrequietos de boca aberta.Toda a gente conhece a história de Hans Christian Andersen "O Rei vai nú" (podem lê-la ou rele-la aqui), nesta história dois especialistas em tecidos mágicos convencem o Rei de que possuem um traje festivo adequado para Sua Alteza usada, mas apenas havia um problema... o traje era invisível, apenas as pessoas "inteligentes" o podiam ver.. O mesmo se passa com a demonstração de hoje.
Precisamos de:
- detergente,
- 1 dedo,
- 1 cartão, um rectângulo de 10x10cm é suficiente
- 1 tigela transparente,
- água,
- 1 marcador grosso,
- tesoura
- 1 ou muitos amigos.
- No pedaço de cartão desenhem o contorno de um barco visto de cima, como na imagem;
- Recortem o barco;
- Com o marcador desenhem outros pormenores no vosso barco, bancos, o local do motor, remos...;
- Encham a tigela de água;
- Coloquem uma gota de detergente num dos vossos dedos, para já não toquem com esse dedo em lado nenhum, não deixem o vosso amigo ver;
- Coloquem o barco a água e verifiquem que ele fica parado, pode oscilar um pouco mas tá parado;
- Retirem o barco da água, para não "ensopar";
- Abram a palma da vossa mão e expliquem ao vosso amigo que se esqueceram de colocar o motor no barco, por isso ele não anda, digam qualquer coisa do tipo "Estás a ver? É tão pequeno que me esqueci", é claro que a vossa mão está vazia, mas ele não sabe;
- Agarrem no barco e toquem com o dedo que colocaram no detergente no local do motor;
- Coloquem o barco de novo na água, enquanto dizem qualquer coisa do género "Pronto, vamos lá ver se agora funciona".
O que acontece?O barco move-se pela água.
Porquê?
Afinal havia mesmo um motor muito muito muito pequeno e muito potente.
É claro que os pormenores que desenharam no cartão em nada influenciam o resultado, e também não existe nenhum micro motor super potente e invisível.
O que aconteceu foi que a tensão superficial da água foi perturbada (vê aqui outras demonstrações sobre a tensão superficial).
A água tem uma capa, como se fosse uma pele, de moléculas de água que se mantém ligadas por pontes de hidrogénio (podes ler mais sobre estas pontes aqui), o detergente actua sobre esse equilíbrio .
O barco "sem motor" estava "pousado nesta pele", as forças que actuavam sobre ele nessa altura estavam em equilíbrio mantendo o barco parado (as moléculas puxavam o cartão com a mesma força em todas as direcções).
Os detergentes têm a capacidade de diminuir a tensão superficial da água, (são por isso chamados agentes tenso-activos- ou seja têm uma acção na tensão da água).
Imagine a tensão superficial como uma capa, um casaco, que impede a água de interagir com certas substâncias, como as gorduras, por exemplo, o que agente tenso-activo, como o detergente, faz é obrigar a água a "despir" esse casaco fazendo com que a água fique "mais água" e penetre mais facilmente em superfícies onde antes não penetrava.
Quando "colocámos o motor no barco" o detergente perturbou este equilíbrio, permitindo que as moléculas de água do lado do papel oposto ao do detergente puxassem o cartão com mais força, e ele assim foi empurrado, parecendo que o micro motor invisível realmente existia.
Na realidade esta demonstração é muito simples e até engraçada mas não deixa de ser uma demonstração do perigo que os nossos mares e lagos enfrentam. As fábricas e as indústrias que despejam detergentes nas correntes estão a contribuir para o desequilibro ecológico da zona. Quando se introduzem detergentes nos ecossistemas aquáticos estes ficam inevitavelmente desequilibrados, todos os insectos e seres vivos que necessitam de pousar na superfície da água para se alimentar, procriar ou exercer outra função biológica, não vão conseguir fazê-lo porque a "pele" da água ou não existe ou está debilitada.Et voilá!
O rei vai ou não nu?
Divirtam-se!
Factos- Curiosidades instantaneas, só juntar água 277
As unhas das mãos crescem mais depressa que as unhas dos pés.
in http://www.amazingfacts.co.in
in http://www.amazingfacts.co.in
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Pau de chuva reciclado
É mais ou mesmos consensual que o "pau de chuva" foi inventado no Chile, pelas tribos locais deste país da América do Sul. Este instrumento era utilizado ara invocar os espíritos da chuva.Os primeiros paus de chuva foram criados com cactos mortos e secos em que os espinhos eram empurrados ara dentro, o o seu interior era cheio de pedrinhas, sementes ou outro material disponível.
Quando se vira um pau de chuva de cabeça para baixo o som que ele reduz é muito parecido com o barulho que a chuva faz quando cai no solo.
Este instrumento era usado para produzir música em cerimónias e era decorado com símbolos relacionados com a chuva, as colheitas, o tempo e os espíritos que os regiam.

Instrumentos semelhantes podem ser encontrados em África.
Para fazer o nosso próprio "pau de chuva" vamos precisar de alguma imaginação.
Precisamos de:
- 2 rolos de cartão, de papel higiénico,
- tesoura,
- arroz,
- papel de alumínio,
- 2 elásticos,
- cartolina, dois círculos ligeiramente do tamanho da "boca" dos tubos,
- película plástica,
- cola,
- 1 folha de papel de lustro, da vossa cor favorita,
- lápis.
- Cubram a folha de papel de lustro de cola, do lado branco
- Com cuidado juntem os tubos de cartão, de forma a formar um tubo mais longo, e coloquem o conjunto no centro do papel com cola, como na imagem;
- Enrolem os tubos no papel de forma a cobri-los e a formar um só rolo;
- Usa a tesoura para cortar o excesso de papel de lustro;
- Coloca o tubo que fizeste em cima da cartolina e com um lápis marca um circulo, a largura da boca do tubo, faz dois círculos;
- Recorta estes círculos;
- Coloca um deles em cima de uma das duas "bocas do tubo", como na imagem, cobre-o com a película transparente;
- Prende a película ao tubo com um elástico;
- Corta um bocado de papel de alumínio, cerca de duas vezes a altura do tubo;
- Amachuca o papel de forma a ficar uma tira, não a apertes muito apenas o suficiente para o poderes moldar;
- Enrola o tubo como uma cobra, como se fosse uma mola;
- Coloca-o dentro do tubo, não apertes muito, o segredo está na delicadeza;
- Deita para dentro do tubo duas mãos de arroz;
- Fecha a segunda "boca" do tubo como fechaste a primeira;
- Experimenta o teu pau de chuva, se for necessário abre e coloca mais arroz, até teres o som que queres.
Et voilá!
Mais um instrumento para a banda!
Divirtam-se!
Factos- Curiosidades instantaneas, só juntar água 276
Um feto adquire impressões digitais aos 3 meses de gestação.
http://www.amazingfacts.co.in
http://www.amazingfacts.co.in
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
A barquinha de Bartolomeu Crescêncio
A velocidade dos barcos e hoje em dia medida com recurso a modernos GPS's, mas nem sempre foi assim.
Durante muito tempo a velocidade dos barcos era medida por estimativa, a "olho". Os marinheiros limitavam-se a observar a velocidade a que o barco "passava pela água" e, por comparação e com alguma experiência, estimavam se iam à velocidade desejada.
Pensa-se que terá sido o português Bartolomeu Crescêncio, em finais do séc. XV início do séc. XVI, a desenvolver o mais antigo instrumento de medição da velocidade de um barco. Este instrumento chama-se barquinha, ou barca.
Este instrumento consiste numa peça de madeira de secção triangular, o Batel, ao qual se prende um cabo marcado com nós que distam o mesmo entre eles. Este cabo era enrolado num tambor cilíndrico e deixado correr por um determinado período de tempo. O tempo era medido, normalmente, por uma ampulheta. Passado esse período de tempo, o marinheiro recolhia o cabo e contava o número de "nós" que tinham sido desenrolados, daí o nome da unidade de medida usada para medir a velocidade das embarcações (nó).
Fontes:
http://www.ancruzeiros.pt/anci-barquinha.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Logkit.jpg
http://www.cienciaviva.pt/projectos/concluidos/inventions/instrumentos.asp
Et voilá!
Existem algumas fontes que atribuem a invenção da barquinha aos germânicos e a outro povos
Divirtam-se!
Durante muito tempo a velocidade dos barcos era medida por estimativa, a "olho". Os marinheiros limitavam-se a observar a velocidade a que o barco "passava pela água" e, por comparação e com alguma experiência, estimavam se iam à velocidade desejada.
Pensa-se que terá sido o português Bartolomeu Crescêncio, em finais do séc. XV início do séc. XVI, a desenvolver o mais antigo instrumento de medição da velocidade de um barco. Este instrumento chama-se barquinha, ou barca.
Este instrumento consiste numa peça de madeira de secção triangular, o Batel, ao qual se prende um cabo marcado com nós que distam o mesmo entre eles. Este cabo era enrolado num tambor cilíndrico e deixado correr por um determinado período de tempo. O tempo era medido, normalmente, por uma ampulheta. Passado esse período de tempo, o marinheiro recolhia o cabo e contava o número de "nós" que tinham sido desenrolados, daí o nome da unidade de medida usada para medir a velocidade das embarcações (nó). Fontes:
http://www.ancruzeiros.pt/anci-barquinha.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Logkit.jpg
http://www.cienciaviva.pt/projectos/concluidos/inventions/instrumentos.asp
Et voilá!
Existem algumas fontes que atribuem a invenção da barquinha aos germânicos e a outro povos
Divirtam-se!
Factos- Curiosidades instantaneas, só juntar água 275
A luz demora cerca de 8 minutos e 17 segundos para viajar da superficie do sol até à superficie da do planeta terra.
in http://www.amazingfacts.co.in
in http://www.amazingfacts.co.in
Subscrever:
Mensagens (Atom)

