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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Mary Anning- A maior caçadora de fosseis que jamais se conheceu

Retrato de Mary Anning
A 21 de Maio de 1799 nascia em Lyme Regis, Dorset, Inglaterra, aquela que viria a ser um dos maiores vultos da Paleontologia: Mary Anning.





A infância e juventude de Mary está coberta e envolta em mistério. Tantas são as histórias que se contam que muitas delas poderão nem sequer ser verdade.

Mary Anning era oriunda de uma família pobre, filha de Richard Anning e Mary Moore, contava apenas com um irmão, Joseph, apesar do casal ter tido 10 filhos.
Conta-se, que quando ainda era criança, com cerca de 1 ano, foi atingida, ela e mais três irmãos, por um raio. Os irmãos terão sucumbido ao fatal acidente mas Mary terá visto as suas capacidades cognitivas e intelectuais melhoradas pelo incidente. Conta-se que o raio terá feito de Anning um criança brilhante e observadora.
O pai de Mary Anning, Richard Anning, foi um dos principais responsáveis pela paixão da filha. Richard era carpinteiro mas na sua oficina ensinou-a a limpar e tratar os fosseis que iam encontrando e depois vendiam na sua loja.
Mary tinha apenas 11 anos quando o pai morreu, deixando a família numa posição económica muito delicada. Anning procurou sustento mas o pouco que ganhava tinha de ser complementado por algum rendimento extra. Mary Anning lembrou-se dos ensinamentos do seu pai e de como tinha "muito bom olho para os fosseis", e foi precisamente aí, aos fosseis, que Mary foi buscar algum dinheiro para se sustentar. Os penhascos e toda a zona costeira de Lyme são ricos em belemnites e amonites e, ocasionalmente, répteis e peixes, depositadas pelas marés desde há 200 milhões de anos. esta actividade não era, no entanto, uma tarefa fácil, apesar das ondas do mar e alguns deslizamentos de terra exporem constantemente novos fosseis, as enxurradas de lama, as marés traiçoeiras, as falésias instáveis ​​e as mares implacáveis​​, faziam da actividade de Mary Anning uma actividade bastante dura e perigosa.

Ilustração
Em 1811, conta-se que com a ajuda do irmão, Joseph, Mary, ao fim de alguns dias a "escavar" encontra um esqueleto completo de um animal a que chama crocodilo. O esqueleto acabou por ser vendido e revendido acabando por ir parar ao Museu de Curiosidades Naturais de Londres. Graças ao crocodilo, que mais tarde seria renomeado Ichthyosaurus que significa peixe-lagarto, Mary Anning conseguiu chamar à atenção da comunidade cientifica.

É nesta altura que toda a família de Mary se estabelece como "caçadores de fosseis" mas continuavam muito pobres e quase sem meios de subsistência. É então que, em 1820, um dos clientes da família, o tenente-coronel Thomas James Birch, organizou um leilão de espécimes que lhes tinha comprado. O leilão foi um sucesso, rendeu 400£ que Birch doou à família de Anning, e funcionou como publicidade para o negócio.
Nos anos que se seguiram Mary Anning fez muitas descobertas, algumas de esqueletos completos de animais pré-históricos e que lhe vieram a render muito dinheiro.

Vitral alusivo a Mary Anning- Lyme
Mary anning era uma autodidacta, mas muito inteligente e capaz de captar a atenção de muitos. Anning correspondia-se frequentemente com outros cientistas e recebia a sua visita. Mary Anning veio a falecer aos 47 anos de idade (1846) com cancro da mama em Lyme, cidade de onde, de resto, só saiu uma vez numa rápida visita a Londres.

Antes de morrer Mary Anning viu a sua vida, quase inteiramente dedicada aos fosseis, reconhecida pelos seus pares. Estávamos em 1857 quando a Associação Britânica para o Avanço da Ciência e da Sociedade Geológica de Londres ofereceu a Anning um pagamento anual.

Um dos exemplares de Mary Anning
Muitas das descobertas de Mary Anning e da sua família não lhe são atribuídas. Porquê? Simplesmente porque Mary Anning vendia os seus fosseis a conlecionadores privados e institutos e quando estes doam os espécimes ao museu, apenas o nome do "doador" aparece na "ficha" do exemplar, perdendo-se, dessa forma, o nome de quem fez a descoberta.
Os historiadores têm feito um grande esforço para identificar os fosseis descobertos por Mary Anning e a sua família mas torna-se quase numa missão tão difícil quanto perigosa foi a vida de Anning. Por ser difícil identificar que fosseis foram descobertos por ela, por Mary ser uma jovem mulher numa Inglaterra do início do Sec XIX dominada por homens e, finalmente,  por Mary Anning não ter qualquer instrução de especial relevo, o seu nome foi caindo no esquecimento.

Ilustração de Mary Anning- Ichthyosaurus
Mas existe um facto que nenhum historiador pode negar:

Mary Anning não era só uma colecionadora de fosseis, ela era muito conhecedora, cientificamente falando, dos exemplares que apanhava e vendia, tendo por isso ganho o respeito dos cientistas do seu tempo. As suas descobertas foram extremamente importantes na reconstrução do passado e da história do mundo.

Fontes:
http://www.nhm.ac.uk/nature-online/science-of-natural-history/biographies/mary-anning/
http://www.ucmp.berkeley.edu/history/anning.html
http://www.theguardian.com/science/2010/nov/21/royal-society-lost-women-scientists
http://www.sdsc.edu/ScienceWomen/anning.html

Et voilá!
Uma verdadeira "Indiana Jones"

Divirtam-se!

quarta-feira, 6 de março de 2013

As Grutas de Cristal de Naica - A casa do Super-Homem?

Em 1978 chegava-nos de Hollywwod, directamente para as salas de cinema o filme "Super-homem- o filme" ou no Brasil "Superman- O filme". Ainda não tínhamos entrado nos míticos anos 80 quando fomos apresentados ao herói da banda desenhada representado no grande ecrã pelo já falecido Christopher Reeve.

Fortaleza da solidão
Super-Homem: Sempre a inspirar gerações
Muitos Irrequietos, principalmente os mais avessos às leituras, tiveram o seu primeiro contacto com este extraterrestre humanoide super simpático no grande ecrã. Outros já estavam habituados a ver o homem de capa vermelha nos quadradinhos de um livro de banda desenhada, e só depois viram o filme. Outros ainda nunca viram o filme de 1978 nem conhecem o Christopher Reeve como Super-Homem, apenas o actor Brandon Routh. E por fim o grupo daqueles que nunca viu nenhum dos filmes, nunca leu nenhum dos livros.
Qualquer que seja o grupo a que cada um de nós pertence uma coisa é certa, todos nós (re)conhecemos o homem da capa vermelha, seja pelos filmes, pelas séries, pelos livros, internet, posters, cromos... ou simplesmente porque já nos salvou do vilão nalguma noite em os sonhos tomaram conta da realidade.


A Fortaleza da Solidão
Caverna de Cristal- Naica
Ora em 1978 fomos apresentados à versão HollyWoodesca do Super Homem, a dada altura, depois da morte do tio, o Clark Kent abandona a quinta onde vive em direcção a terras geladas à procura, segundo ele, da sua identidade. Ai chegado sente que algo o impele a arremessar um cristal que, segundo os seus tios, teria vindo com ele na nave quando aterrou na quinta. Depois de arremessar esse cristal e por acção de forças fantásticas e raios de- se não me trai a memória- luz verde, forma~se uma estrutura cristalina, meio agressiva mas muito harmoniosa. É nesta estrutura, perdida no meio do gelo, que Clark Kent se transforma em Super-Homem, por esta razão esta é a casa o Super-Homem, o local onde ele se retira para reflectir, o local onde aprende mais sobre o seu planeta, o local onde se encontra com os pais. Esta estrutura, gruta, casa, chama-se oficialmente "Fortaleza da solidão".

Caverna de Cristal- Naica
Este é o resumo de parte da história do primeiro filme do Super-Homem, na realidade é apenas nesta parte que nos vamos concentrar as nossas energias.

A descoberta de Naica
No ano 2000 no subsolo de Naica, no México, os cientistas fizeram uma descoberta muito curiosa: a 340m de profundidade descobriram uma gruta mais quente do que o corpo humano consegue suportar, as Gruta de Cristal.

Caverna de Cristal- Naica
Esta caverna, debaixo de Naica, é apenas uma de uma serie de grutas que formam uma galeria forrada com cristais gigantes que se agrupam criando um efeito de jóia, John Rakovan mineralogista da Universidade de Miami, Ohio considera que este facto faz destes cristais uma verdadeira raridade geológica. Segundo Rakovan os cristais à medida que vão crescendo vão perdendo as suas características translúcidas e ficando mais imperfeitos, o que faz dos cristais de Naica únicos é o facto de serem tão grandes e tão perfeitos.

Caverna de Cristal- Naica
A exploração de da Gruta de Cristal
A combinação de 90 por cento de humidade e uma temperatura 48 graus Celsius no interior da gruta é tão hostil que pode matar um ser humano preparado em apenas 30 minutos. Talvez por isso só 9 anos depois da sua descoberta os cientistas reuniram as condições necessárias para explorar eles mesmos a caverna.
Depois de algum tempo de exploração local os cientistas puderam observar as formações gigantes de cristais brilhantes que se estendem até 500m abaixo a superfície e apelidaram esta galeria de O Palácio do Gelo.

Conservação deste museu natural
O facto destes estarem numa zona naturalmente inundada torna a sua conservação em seco muito cara. Rakovan está convencido de que o facto de deixarem inundar a Caverna pode não ser mau e pode até ajudar a preservar os cristais
Caverna de Cristal- Naica
Igualmente importante é dizer que os grupos de cientistas que têm vindo a trabalhar neste complexo de galerias encontraram, para além de vida microbiana, indícios que este tipo de caverna possa existir em planetas como Marte.

A Fortaleza da Solidão e a Gruta de Cristal
A estrutura de cristais gigantes dá a esta gruta em Naica uma semelhança assustadora com a gruta que aparece no filme 20 anos antes.
A Fortaleza do Super Homem é cenário, por isso é geométrica, perfeita, com degraus e cristais planos nos locais certos para servirem de mesa. Já a Gruta de Cristal é naturalmente perfeita na sua imperfeição, mas altamente eficiente, como só a natureza sabe fazer.
A Gruta de Cristal é incrivelmente quente e muito húmida, a Fortaleza do Super Homem é gélida, apesar de parecer um gélido bastante confortável.
Caverna de Cristal- Naica

Mais sobre o Super-Homem

Et voilá!
Se a Fortaleza do Super homem fosse tão quente e húmida como a Gruta de Cristal a Lois Lane nunca teria podido lá entrar.

Divirtam-se!

Fontes:
http://blog.beliefnet.com/idolchatter/2010/10/catch-it-nat-geos-into-the-los.html
http://news.nationalgeographic.com/news/2010/09/photogalleries/101008-giant-crystal-cave-science-mexico-pictures/

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Estátua antiga esculpida num meteorito

Hoje partilhamos convosco uma notícia verdadeiramente irrequieta, já tem três semanas mas é verdadeiramente irrequieta. De vez em quando a Ciência tropeça nestas coisas, e é isto que faz com que a ciência seja verdadeiramente Irrequieta e atrativa. O texto foi tirado e traduzido do site da ScienceDaily:

ScienceDaily (26 de setembro de 2012) - Uma estátua budista antiga, que foi recuperada por uma expedição nazi em 1938, foi analisada por uma equipa de cientistas liderados pelo Dr. Elmar Buchner, do Instituto de Planetologia da Universidade de Stuttgart. A estátua, provavelmente com 1.000 anos de idade, é conhecida como "Homem de Ferro", pesa 10 kg, retrata o deus budista Vaisravana e acredita-se ser uma peça da cultura pré-budista do século 11. Análises geoquímicas levadas a cabo pela equipa de investigadores revelaram que a estátua foi esculpida num meteorio de ferro muito raro e por isso de valor inestimável.

Parece quase um filme de Indiana Jones: Uma estátua budista antiga, com mais de 1000 anos de idade, foi recuperada por uma expedição nazi em 1938, foi analisada por um grupo de ciêntistas que concluiram que a mesma era esculpida num meteorito.
A estátua é conhecida como o Homem de Ferro pesa 10kg, e acredita-se que representa um hbrido entre a cultura Budista e a cultura Pré-Budista Bon que retrata o deus Vaisravana, o rei budista do Norte, também conhecido como Jambhala no Tibete.
A estátua foi descoberta em 1938 por uma expedição de cientistas alemães liderados pelo zoólogo de renome Ernst Schäfer. Não se sabe como a estátua foi descoberta, mas acredita-se que a suástica  esculpida no centro da figura terá incentivado a equipa nazi a leva-la para a Alemanha. Uma vez chegada a Munique tornou-se parte de uma colecção particular e só após um leilão em 2009, se tornou disponivel para pesquisa.
A primeira equipa a estudar as origens da estátua foi liderada pelo Dr. Elmar Buchner da Universidade de Stuttgart. A equipa foi capaz de classificá-la como um ataxite, uma classe rara de meteorito de ferro com alto teor de níquel.
"A estátua foi esculpida a partir de um meteorito de ferro, um fragmento do meteorito que caiu Chinga nas áreas de fronteira entre a Mongólia e a Sibéria há cerca de 15.000 anos atrás." Enquanto que os detritos foram descobertos em 1913, acreditamos que este fragmento de meteorito foi recolhido muitos séculos antes", disse o Dr. Buchner.


Meteoritos têm inspirado adoração de muitas culturas antigas que vão desde a de Inuit da Gronelândia até os aborígenes da Austrália. Ainda hoje um dos locais de culto mais famosos do mundo, Meca, na Arábia Saudita, é baseado na Pedra Negra, que se acredita ser um meteorito pedregoso. A equipe do Dr. Büchner acredita que o Homem de Ferro teve origem a partir da cultura Bon do século 11 "A estátua do Homem de Ferro é o único exemplo conhecido de uma figura humana a ser esculpida num meteorito, o que significa que não há termo de comparação no que diz respeito ao seu valor"disse o Dr. Buchner. "As suas origens, só por si, fazem com que possa valer cerca US $ 20.000, no entanto, se a nossa estimativa no que respeita à sua idade estiver correcta então, o seu valor é inestimável"
 

Fonte:
http://www.sciencedaily.com/releases/2012/09/120926104255.htm

Et voilá!

Divirtam-se! 

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Estalactites e estalagmites de cordel

Grutas de Mira d'Aire
Estalactite:
Concreção calcária e alongada, de volume variável, que é formada por soluções aquosas, ricas em carbonato de cálcio, originando-se, em geral, nos tectos das cavidades subterrâneas, devido à acção das águas que têm matérias calcárias em dissolução.

Estalagmite:
Grutas do Alvado
Concreção da mesma natureza que a estalactite mas de sentido contrário, do solo para o tecto, forma~se devido ao gotejamento das águas.
 

in Dicionário de mineralogia e geologia ilustrado(*)

Fazer as nossas próprias estalactites e estalagmites pode parecer fácil, mas na realidade é um caminho cheio de variáveis e de pormenores a que temos de estar atentos.

Precisamos de:
  • sulfato de magnésio, também chamado sal Epsom, podem comprá-lo numa drogaria,
  • água,
  • 2 copos idênticos, transparentes,
  • Cordel de algodão, também funciona com tecido,
  • 2 objectos pequenos que possam servir de contrapeso, podem ser clips,
  • colher,
  • panela pequena,
  • um local onde os copos possam ficar imóveis durante alguns dias.
Como fazer:
  1. Coloquem na panela 2 medidas de água, 1 medida=1 copo;
  2. Adicionem uma colher de sulfato de magnésio;
  3. Mexam;
  4. Repitam o processo até o sal não se dissolver mais na água, significa que a solução está saturada;
  5. Coloquem a panela ao lume, cuidado com as queimaduras;
  6. Coloquem mais sal e continuem a mexer, irão verificar que na água quente conseguem dissolver um pouco mais de sal, não deixem ferver;
  7. Dividam a solução pelos dois copos, tentem que o nível de água seja sensivelmente o mesmo nos dois copos
  8. Coloquem os copos na superfície onde vão ficar imóveis durante algum tempo, alguns dias;
  9. Certifiquem-se que a distância entre eles é cerca de 1 copo e 1/2;
  10. Cortem um cordel ou um pedaço de tecido suficientemente grande para cobrir a distância entre o dois copos e bater no fundo do copos, deixando uma ligeira folga;
  11. Prendam os contrapesos às pontas dos fios;
  12. Coloquem os contrapesos dentro dos copos;
  13. Observem o fio e os copos todos os dias.
O que acontece?
Ao fim de alguns dias verificarão que se forma uma pequena estalactite no cordel, com um pouco de sorte, se a superfície for adequada, formar-se-à também uma pequena estalagmite.

Porquê?
A água, onde dissolvemos o sal, vai "trepar" pelo tecido/cordel e viajar até ao final deste. Começa por fazer um caminho vertical, dentro do copo, e a certa altura é obrigado a fazer este caminho de uma forma horizontal, ligeiramente inclinada, é aqui que a força de gravidade etra em funcionamento e "puxa" a água e o sal para baixo. Como o cordel está inclinado a água viaja pelo cordel até ao seu ponto mais baixo, onde faz a curva, aqui a água pinga para a superfície, ma o sal, com moléculas maiores e, por isso mais intrincadas no cordel, oferece mais resistência à queda e vai-se acumulando no ponto da queda da água. Isto não significa que parte do sal também não caia com a água.

Costuma dizer-se que "Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura", e neste caso é verdade. A água vai pingando, e o sal vai-se acumulando, até que forma uma pequena estalagmite na base e uma pequena estalactite no cordel.

NOTA:
Este ensaio é bem mais complicado do que parece. Há diversas variáveis a ter em consideração:
  • Quanto mais forte for a solução inicial melhores resultados obterão;
  • Para optimizar os resultados podem embeber o cordel na solução antes de o posicionar;
  • Quanto mais lentamente pingar melhor se formam as estalactites, se pingar muito rápido afastem os copos para aumentar a distância que a água tem de percorrer e diminui o ângulo de inclinação;
  • Escolham uma superfície lisa, não se esqueçam que a madeira incha quando molhada.
Para ir um pouco mais longe:
  • Experimentem utilizar diferentes tipos de cordel/tecido, ou mesmo toalhas de papel;
  • Utilizem outros sais;
  • Utilizem soluções menos concentradas;
  • Variem o tempo de formação.
Importante:
  • Mudem uma variável de cada vez, ou não serão capazes de atribuir causa/efeito;
  • Apontem tudo no vosso caderno para puderem tirar conclusões mais tarde. 
Duas semanas depois, este foi o resultado:



Sources:
http://www.sciencekidsathome.com,
Dicionário de Mineralogia e geologia ilustrado

Et voilá!
Grutas caseiras

Divirtam-se!

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